quinta-feira, fevereiro 01, 2007

Falemos de turismo, mas com seriedade (IV)

Telma Madaleno, ambientalista da Quercus, juntou-se ao coro de vozes destacadas que criticam as opções que se têm tomado para o desenvolvimento do turismo na Serra da Estrela, num artigo que publicou no Diário XXI, com o título "Um turismo genuíno". O Cântaro Zangado agradece, claro.
Começamos a notar que o pensamento do Cântaro Zangado, afinal, não é nada original. Começamos a notar que original, mesmo, é o que a RTSE/Turistrela planeia [esta utilização do singular não é um lapso] para a Serra da Estrela. Começamos a notar que cada vez mais gente duvida que esses planos conduzam a um real desenvolvimento do turismo.

Telma Madaleno integrou as listas do PS à Câmara Municpal da Covilhã nas Autárquicas de 2005. Foi vereadora na Câmara Municipal e deputada na Assembleia da República. Não é relevante aqui o partido a que se associou. Outras pessoas, de outros partidos, têm dito coisas parecidas, como se pode constatar pela já longa série de posts com este título.
Soube desta intervenção de Telma Madaleno pelo blog Cortes do Meio.

2 comentários:

João disse...

parece-me a mim que infelizmente que é apenas quando o assunto se torna mediático que já todos querem participar...bah bah para todos, estou na politica mas "por vezes" revoltam-me, eu vivo numa aldeia (Vila-pseudo) de montanha representei os protagonistas destas lindas afirmações e infelizmente ainda não lhes vi a cor, nem sequer uma tonalidade, bah, bah

ljma disse...

Caro João, concordo consigo mas não quero afirmar que o que diz se aplica neste caso, nem quero afirmar o contrário. Olhe, se os "ares" já são tais que, como diz, "já todos querem participar", temos é que festejar! Parece-me que, se as coisas assim estão, estamos os dois (e outros) de parabéns (no que me diz respeito, pelo menos, aplica-se o ditado que diz "presunção e água benta, cada um toma a que quer")!

Por mim, aplaudo quando certas personalidades fazem e dizem coisas que me agradam, apupo quando fazem e dizem coisas que me desagradam, independentemente de quem são ou do que tenham feito ou dito no passado. Ponho as mãos no fogo por eles só por esta ou aquela declaração, voto neles só por isso? Não, nem pensar.

Um abraço!

Algarvear a Serra da Estrela? Não, obrigado!