sábado, março 31, 2007

A terra onde vivo não é como as outras

Por isso mesmo, frequentemente desejo sair, para encontrar o que não existe aqui. Mas os de fora também, concerteza, quererão cá vir, à procura do que não encontram noutros lados.
O que é que não encontram noutros lados? O que é que não podem encontrar noutros lados?
E o que é que lhes estamos a tentar "vender"?
Vai um casino? Uma "mini-cidade"? Uns shoppings? Umas voltinhas de carro? Muita, muita "animação"? Umas telecabines "como as do Parque das Nações"?
Mas que "pérolas" tão "originais"...

3 comentários:

francisco paiva disse...

Caro J. Amoreira,

Venho simplesmente agradecer-lhe a atenção que tem dado aos artigos d'O Interior e saudar a sua perseverança. O próximo tratará da dicotomia rural/urbano.

Deixo-lhe alguns links que ajudam a perceber o fosso cultural existente entre a administração pública portuguesa e outras congéneres.

http://www.senat.fr/rap/r02-015-1/r02-015-114.html

http://www.myswitzerland.com/fr/page.cfm/90266

http://www.spainmountains.com/

http://www.savoiehautesavoie.com/tourisme_montagne.php?Rub=293

http://www.savoiehautesavoie.com/

http://www.anem.org/fr/dossiers/tourisme.php

ljma disse...

Caro Francisco Paiva, eu é que lhe devo agradecimentos, pela escrita dos artigos d'O Interior. Obrigado também pelas links, que vou explorar com cuidado.
Boa Páscoa!

Pedro n. t. santos disse...

Voltei hoje à Serra da Peneda onde re(encontro) sempre a nossa Serra da Estrela...infelizmente, também nos maus aspectos, as coincidências existem...Castro Laboreiro está também em vias de se transformar numa "mini-cidade" de montanha!

Algarvear a Serra da Estrela? Não, obrigado!