segunda-feira, outubro 31, 2011

Fitinhas, fitinhas...

Fotografia tirada no sábado de manhã, na estrada do Pião.

Já nem ligo às fitinhas de plástico que encontro espalhadas pela colina da Covilhã onde costumo correr. Mas esta, não consegui resistir a trazê-la ao Cântaro Zangado. É que uma das funções da Águas da Covilhã, EM é justamente... A recolha e entrega para tratameto dos resíduos sólidos no concelho da Covilhã!

Imagino que esta fita tenha sido deixada pelos organizadores de algum evento (moto-4, jipes, BTT, corrida atlética, passeio pedestre) apoiado pela AdC. Encontrei apenas duas fitas com o logotipo desta empresa, o que me leva a acreditar que, quem quer que tenham sido os organizadores, se tenham dado ao trabalho de limpar a maior parte do lixo.

quinta-feira, outubro 20, 2011

Uma tarde de domingo

Domingo passado, à hora de almoço, decidi que estava tão bom que seria pecado ficar em casa. Guiei até ao Covão d'Ametade, com a ideia de dar a volta ao Cântaro Magro pelo Covão Cimeiro, estrada, Santa, Trilho do Major, Nave de Santo António e regresso ao carro. Chegado ao Covão d'Ametade, decidi que era já tarde (deviam ser umas 15:30) para aquela volta, de forma que me pus a caminho do Vale da Candieira ou da Lagoa dos Cântaros, logo veria para onde me dirigiria quando chegasse à bifurcação.

No entanto, assim que saí do carro comecei a sentir umas gotas de chuva (ao princípio supus que fosse outra coisa qualquer, já que a chuva se fez tão rara nos últimos meses), e passados dez minutos estava a chover com alguma intensidade. Pingolas grossas. Ainda caminhei mais uns quinze minutos mas, sem equipamento apropriado e sem saber como a coisa evoluiria, decidi voltar para trás.

Foi quando o tempo melhorou. A chuva parou, e o Sol recomeçou a brilhar. Mas as ervas e giestas tinham ficado encharcadas, e eu também já estava assim mais para o húmido, de forma que me mantive decidido a regressar.

Ainda tirei umas fotos no Covão d'Ametade (como a que ilustra este post), mas o melhor do dia foi encontrar os meus "velhos" amigos do montanhismo, que vinham de um passeio na zona do Poço do Inferno. Próxima paragem: café Estrela, nas Penhas da Saúde. Cerveja e paleio.

Há prazeres que se mantêm iguais, mesmo passados vinte anos. Brindemos a isso!

domingo, outubro 16, 2011

Meter as mãos na massa

O Rui Ribeiro (aqui do Cântaro Zangado, mesmo que não muito produtivo*), depois de ter passado um ano a estagiar na ASE (e que jeito que ele nos deu), achou que queria ficar mais uns tempos por Manteigas. E como tem boas ideias e força para as pôr a andar, criou com a Maria João Caldeira uma empresa de turismo de montanha e de serviços de engenharia natural: a Trilhos de Ideias.

O Rui é licenciado em Engenharia Biofísica e a Maria João em Biologia. Enquanto funcionário da ASE, o Rui coordenou algumas acções de plantação de carvalhos (no âmbito do programa "Um milhão de carvalhos para a serra da Estrela"), esteve activíssimo na organização do ASEstrela, deu um importante contributo na definição da posição da ASE quanto ao que é preciso fazer para minimizar na medida do possível os efeitos dos incêndios nas encostas de forte pendente, e foi, no geral, um gajo bem porreiro. A Maria João não a conheço muito bem mas, se o atura, não deve ser má pessoa.

Os dois conhecem bem a serra e sabem como fazê-la apreciar pelos outros. Aproveitemos, pois!

(*) Mas quem tem telhados de vidro, e os meus são de vidro bem fininho, não atira pedras ao ar.
Algarvear a Serra da Estrela? Não, obrigado!