quinta-feira, outubro 04, 2007

Nuances

Nos Açores, a preservação da paisagem é a chave para o sucesso.
É o que se afirma logo ao início de um longo artigo publicado hoje pela Visão sobre os Açores.

Aqui na Serra da Estrela, o que se tem feito e o que se planeia fazer, entre barragens, estradas nacionais (ditas Verdes ou com outros nomes), aldeias, aldeamentos ou minicidades (de montanha, claro), telecabines, ampliações da estância de esqui (chamemos assim aquilo), pistas de esqui artificial, reservas de caça, parques temáticos, funiculares, spas, centros de estágio desportivos, casino e mais um longo etc, tudo isto que se fez, se faz ou se planeia fazer é a chave para quê? Tem sido a chave de quê?

PS: Fiz uma espécie de comparação entre o turismo dos Açores e o da Serra da Estrela neste post.

3 comentários:

Penhas disse...

Como o autor, estive este Verão em S. Miguel e na Terceira.
É já um hábito.

Aliás, fiz-lhe na altura o convite para uma garrafita de Verdelho, k pelos vistos o engasgou tanto que ainda fala nisso volta e meia.

O que eu não esperava do ilustre Prof. Dr. era o tecer, ainda que hipotéticamente, ilariantes comparações de qualquer género entre o totalmente incomparável!

Se o move um súbito desejo de que a SE tivesse o clima, a vegetação, o gado, a vivência áspera, o vulcanismo e a historia dos Açores, então, peça transferência para lá e quanto antes!

Por acaso, o Sr. Prof. Dr. sabia do alto indice de problemas do foro psi existente nas gentes radicadas nos Açores?

Também desejaria importar alguns desses pensamentos obtusos para ter companhia?

ljma disse...

A avaliar pela qualidade de mais esta sua patetice, de "problemas psi" também já vamos tendo a nossa dose, não vamos, Penhas? Olhe que se não é assim, parece... Ou isso, ou maus vinhos.

Penhas disse...

É komovente o seu fraco poder argumentativo, ainda p/mais vindo de kem vem kom a mania de kem é!

Bater na mesma tecla e não "dar uma prá cx" não se kuaduna kom a sua posição de "lente" nem kom o porte de passo, ao atravessar o corredor!

Tão perto e tão longe no Pátio ou pátios, eu kom a célebre garrafita dos maus vinhos e o ilustre com o pensamento habitualmente povoado de binómios; um dia, quiçá, chegarei ao pé de si e espreitarei esse olhos incrédulos, encarnadamente no torpor das amanitas.

Passe bem, até lá!

Algarvear a Serra da Estrela? Não, obrigado!