segunda-feira, novembro 26, 2007

"Eles estão doidos!"

António Barreto deixou no Público de ontem, na sua habitual crónica de Domingo, um texto de revolta contra as leis e regulamentos que, permitindo a alimentação de plástico e a higiene de plástico da fast-food e dos hipermercados, cada vez mais condiciona ("para nosso bem, pois claro", ironiza) os produtos tradicionais e as formas tradicionais de os produzir e distribuir. Copiei-lhe o título.

Pelo que tenho ouvido a produtores artesanais aqui da Serra da Estrela, não podia estar mais de acordo com ele. Aliás, as coisas estão de tal maneira que duvido muito que um queijo de ovelha da Serra da Estrela, produzido no rigoroso cumprimento de todas as inúmeras regrazinhas que agora regulam a manufactura e distribuição dos produtos alimentares, saiba a queijo da serra. Isto, admitindo que haja alguém, em toda a volta da Serra, que tenha instalações que cumpram todos aqueles requisitos. Ou muito me engano, ou um queijo produzido como "manda a lei" não é um queijo produzido com métodos tradicionais, não é um queijo tradicional.

Para mal dos nossos pecados, não bastava o zelo com que, neste domínio, se inventam as leis mais insanas e aberrantes (insanas e aberrantes, sim; basta pensar na que proíbe os galheteiros de azeite nos restaurantes!), criou-se para as aplicar a polícia (a ASAE) que mais entusiasmo tem demonstrado no cumprimento da sua missão!

Os assinantes do Público podem ler o artigo aqui. Os restantes podem encontrar alguns excertos no Saúde Ambiental.

sexta-feira, novembro 23, 2007

terça-feira, novembro 20, 2007

A propósito do esgoto da Torre

Temo-nos queixado da existência de esgotos a céu aberto perto da Torre. É claro que se trata de uma situação lamentável. Mas porque é que esta vergonha acontece? Porque se tentou fazer um aproveitamento (igualmente vergonhoso, vejam-se alguns posts do Estrela no seu melhor) de um edifício da inútil (e, por isso, efémera) base da Força Aérea na Torre, como centro comercial. Um centro comercial no ponto mais alto de Portugal Continental! Ah, suprema parolice!

Quando os militares ganharam, vai já para mais de trinta e tal anos, a lucidez para reconhecer que aquilo não lhes servia para nada e por isso encerraram as instalações, devia-se ter tentado desfazer o que, se tivesse havido pontinha de juízo, nunca teria sido feito. Ou seja, aqueles horrorosos edifícios deviam ter vindo abaixo. Em vez disso, não. "Requalifica-se" e reaproveita-se, insiste-se na estupidez. Como resultado, ganhamos um patético supermercado de fancaria, um montão de encargos com as necessárias infraestruturas e, está-se a ver há já um ano, um rio de m**** monte abaixo. Quem é que pagou aqueles encargos, quem é que, por isso mesmo, apanha agora as culpas? O Parque Natural da Serra da Estrela, logo o organismo que não se percebe o que tem a ganhar com a existência do shopping da Torre!

Qualquer reaproveitamento dos edifícios existentes na Torre implica impactos ambientais, logo, enormes encargos. Todas as infraestruturas têm que ser construídas de raiz. Quer seja o PNSE a assumir esses encargos quer não, a realidade que vivemos agora mostra que não há garantias de que os sistemas venham a funcionar correctamente no futuro. A eventual (mas já proposta) instalação de hotéis ou restaurantes naqueles edifícios vai aumentar em muito a pressão sobre os esgotos, obrigando a mais obras. A preocupação com a viabilidade destes eventuais empreendimentos vai tornar ainda mais difícil a necessária e urgente ordenação (ou seja, limitação) do trânsito rodoviário.

Caramba, que vantagens há para a região no aproveitamento daqueles mamarrachos?!

O Estrela no seu melhor apresenta hoje uma link para uma reportagem que a SIC fez sobre o assunto do esgoto a céu aberto, onde apareço a fazer um breve comentário à situação.

segunda-feira, novembro 19, 2007

Porquê?

Vale do Rossim, fotografado dia 17 de Novembro. (Foto retirada do Lagoas da Estrela)
O Lagoas da Estrela refere num post recente uma situação que também tenho notado, a da falta de água nalgumas barragens da Serra, nomeadamente as sob a administração da EDP. Não sei se terão sido definidos limites mínimos para o volume de água armazenado em cada albufeira ou se esses limites, a terem sido definidos, estarão a ser respeitados. Diria que não parece. E já não é o primeiro ano que noto esta situação.
Mas lá que é uma tristeza, isso é.

sexta-feira, novembro 16, 2007

Bom fim de semana

Sobre o esgoto da Torre,

Deixei no Estrela no seu melhor o seguinte comentário (editei-o agora ligeiramente)
Se eu quiser abrir um centro comercial na Covilhã, alguma instituição pública se oferece para pagar as infraestruturas que a lei me exige?
O que acho mais lamentável nesta história (para além do facto em si, evidentemente) é ver o PNSE pagar a construção de infraestruturas que a lei exige aos promotores. Será que o PNSE é um promotor dos centros comerciais da Torre? Será que vê algum interesse ambiental na sua existência? Não vendo que interesse possa ser esse, acho que quem devia ter pago esta dita "ETAR", eram os comerciantes, a Turistrela, a RTSE, as Câmaras e/ou quem mais considerasse indispensável a existência do centro comercial na Torre. Assim, quem acaba com a batata quente na mão é o organismo que menos vantagens tem a colher com tudo isto, pior: o organismo cuja missão mais dificultada fica pela existência do dito centro comercial, com tudo o que essa existência acarreta (acessos, multidões, lixos, etc)!
Mais do que vontade de o criticar, sinto pena do PNSE, por se ter posto na posição em que está. E pena do ambiente da Serra por ver quem o devia defender, que é o PNSE, a apoiar quem mais o agride, que é o modelo de turismo rasca e massificado em que temos apostado.

quarta-feira, novembro 14, 2007

Oh Lord, won't you buy me a BMW

Foto tirada na segunda feira, dia 12, na zona da Mina do Morgadinho, atrás da Pedra da Mesa, um mês depois de um evento publicitário da BMW promovido pelo Clube Escape Livre (da Guarda) que, por outras razões, comentei aqui.

Requalificar, requalificar sempre!

Fotografia retirada de Estrela no seu melhor

Já dei alguns exemplos de como quando se faz alguma coisa na Serra se faz sempre, aparentemente, o pior possível. Agora é (outra vez) o Covão d'Ametade.

Alguém entendeu necessário "requalificar" o Covão d'Ametade. Apareceu dinheiro, construiram-se uns foleiros assadores que, por acaso, até nem podem ser usados no Verão, que é quando há quem esteja disposto a fazer assados ao ar livre naquele lugar. Sobre isso, já muita tinta correu.

Mas o projecto de requalificação é mais ambicioso e envolve também a substituição da antiga ponte sobre o Zêzere. Neste aspecto em particular concordo com os promotores deste projecto, pois a ponte antiga estava a cair de podre, literalmente. Mas as concordâncias acabam aí. O bom gosto dos que escolheram os altares dos grelhados está a manifestar-se também na ponte que estão a erguer. O Estrela no seu melhor mostra hoje todos os detalhes.

O exemplo (mais um) de como as coisas parecem fazer-se aqui sempre do pior modo possível é que a localização da nova ponte, não sendo a mesma que a da antiga (porquê?), obrigou ao abate de uma bétula. Inevitável? Pois sim!

Sobre este projecto de requalificação, sei que ele prevê (mesmo que nunca se consiga verba para tal — Oxalá!) a iluminação nocturna do espaço, a sua vedação, obras nos edifícios do bar e dos lavabos e a instalação de um painel publicitário. Talvez devessemos pensar nalguma forma de mostrar à Câmara Municipal de Manteigas, à Junta de Freguesia de S. Pedro e ao Parque Natural da Serra da Estrela a nossa discordância com o projecto.
O Covão d'Ametade transformado num camping da Caparica? Não, obrigado!

terça-feira, novembro 13, 2007

Mais amigos

(Clique para aumentar)
Li no Jornal do Fundão da semana passada que a Associação de Desenvolvimento Local ADETEIXO (Teixoso) promoveu uma acção de recolha de bolotas e vai proceder à sua sementeira para plantação no próximo ano.
Óptimo!

sexta-feira, novembro 09, 2007

Bom fim de semana

Os "constrangimentos ambientais"

1. De como os estatutos de protecção do Parque Natural da Serra da Estrela parecem não impedir muitos actividades ou empreendimentos

No interior do Parque Natural da Serra da Estrela pode-se caçar: há cerca de trinta zonas de caça municipal ou associativa, legais ou em processo de legalização, que penetram no território do parque. Mesmo assim, por não ser suficiente o policiamento (e alguma vez o será?) tem havido notícias de caça (completamente ilegal) fora dessas zonas, em áreas oficialmente mais "protegidas".

Quando há neve (coisa cada vez menos frequente), pode-se praticar esqui de pista, com tudo o que isso acarreta: parques de estacionamento, longas bichas de carros, cafés e restaurantes, musiquinha ambiente, etc, etc, etc. O governo até dá uma ajuda com programas de apoio ao investimento, apesar de ser muito duvidosa, a médio prazo, a viabilidade económica da exploração da estância esqui, dadas as alterações climáticas com que nos enfrentamos.

São permitidas concentrações de dezenas de milhares de visitantes (com os seus automóveis) no coração da área protegida, em certos fins de semana de neve. Como resultado destes ajuntamentos, ficam todos os Invernos espalhadas na zona da Torre toneladas de lixo. O que parece não ser possível é a limitação (por tímida que seja) do tráfego na estrada da Torre. Pelo menos (assim se diz) enquanto não se construirem túneis sob a serra, IPs com perfil de autoestrada em redor da serra e/ou telecabines que permitam aos turistas chegar à Torre (como se não se pudesse chegar à Torre a pé, que é como se chega ao cume de outras montanhas comparáveis).

Podem construir-se hotéis, condomínios e urbanizações em "núcleos de recreio" e nalguns desses núcleos (nas Penhas da Saúde, mais concretamente) pode construir-se não importa o quê. Aparentemente, tratando-se oficialmente de um "núcleo urbano", os serviços do PNSE têm aí uma autoridade muito diminuída. São até publicitados projectos de construção fora desses núcleos de recreio, veja-se o plano de abertura de um spa nos Piornos ou o da construção de um aparthotel na Varanda dos Carqueijais.

Podem organizar-se passagens da volta a Portugal em bicicleta, rampas automobilísticas e raids todo-o-terreno (estes últimos incluindo até trechos fora de caminhos), sem contrapartidas ao parque, sem se darem reuniões preparatórias com o parque, sem sequer se contactar o parque (não que este incrível absurdo se verifique sempre, atenção).

Podem construir-se assadores para piqueniques mesmo sabendo-se que é proibido fazer fogo em zonas de floresta durante o Verão (que é quando apetece fazer piqueniques ao ar livre na serra da Estrela).

Têm-se construído barragens no interior do parque, e está uma nova obra na calha, já com a avaliação ambiental aprovada, na ribeira das Cortes, para alimentação da rede da cidade da Covilhã.

As muitas estradas asfaltadas já existentes, antigas e recentes, ainda não são consideradas suficientes. Decorrem estudos para a estrada Verde (entre a Guarda e o Maciço Central), continuam os planos para tentar terminar a pavimentação da estrada Unhais da Serra - Nave de Sto António.

2. De como os serviços do PNSE até têm colaborado com as "forças vivas"

Na Torre e na Lagoa Comprida havia mercados de ar livre para venda de recordações e fancaria, até ao início dos anos noventa (se não estou em erro). Foram necessárias obras em edifícios da antiga base da Força Aérea e perto da Lagoa Comprida, quando se resolveu "ordenar" a prática do comércio, instalando os comerciantes nesses edifícios beneficiados. Quem pagou não foi a Região de Turismo, não foram as câmaras municipais, não foi a Turistrela, não foram os comerciantes. Quem pagou foi o Parque Natural da Serra da Estrela. No entanto, os comerciantes que agora operam no centro comercial da Torre e nas lojas da Lagoa Comprida pagam renda, não a quem financiou a melhoria das instalações, mas sim à Turistrela!

As novas instalações, sendo utilizadas por muitos visitantes, precisam de infraestruturas, como esgotos. Quem pagou essas infraestruturas? O PNSE, mais uma vez. A coisa está a trabalhar mal, corre a porcaria pela serra abaixo. A quem se aponta o dedo? Ao PNSE. Acho paradoxal, de certa forma. Mas é assim que as coisas são.

O lixo depositado nos contentores situados no maciço central é (ou era, até há muito pouco tempo) recolhido por funcionários do PNSE, e não pelos serviços municipalizados (ou pelas empresas que os substituiram) dos concelhos relevantes. O PNSE tem até um camião (pelo menos um) apropriado para o efeito.

O esforço mais sério e consequente para o desenvolvimento de um verdadeiro turismo de montanha na serra da Estrela foi efectuado por quem? Não foi a Turistrela, nem a Região de Turismo, nem as Câmaras Municipais. Foi (mais uma vez) o PNSE, quando definiu, marcou e documentou a rede de trilhos pedestres da serra da Estrela.

3. Em conclusão

Em resumo, parece não haver muitos constrangimentos ambientais a vigorar na serra da Estrela. Mais ainda, o PNSE tem repetidas vezes colaborado com outras entidades com intervenção na serra da Estrela (Região de Turismo, Turistrela, câmaras municipais), assumindo encargos e obrigações que não decorrem directamente da missão para que foi criado, assumindo encargos e obrigações que pertencem claramente a essas outras entidades. Como se não chegasse, rendas de que o PNSE deveria ser credor por pagarem a utilização de instalações por ele beneficiadas ou serviços por ele prestados, são desviadas para terceiros sem que se entenda porquê. Quando alguma coisa corre mal nesses serviços que o PNSE presta (e alguns deles, quanto a mim, o PNSE não deveria prestar) cai o Carmo e a Trindade, que aqui del Rey, o PNSE não está à altura das suas "obrigações".

Face a tudo isto, queixinhas sobre os constrangimentos ambientais decorrentes dos estatutos de protecção da Serra da Estrela ou sobre os bloqueios ao desenvolvimento impostos pelos técnicos do PNSE, vindas (ainda por cima!) de quem costumam vir... Só podem estar a gozar, não?

quinta-feira, novembro 08, 2007

quarta-feira, novembro 07, 2007

E dura, e dura, e dura...

A mais alta cloaca de Portugal. Fotografia tirada do Estrela no seu melhor.
A mais alta cloaca continua bem e parece que se recomenda. Ver tudo no Estrela no seu melhor.

Mostruário de invasoras

Este é um aspecto do parque de estacionamento da Floresta, na Covilhã. À esquerda, verde escuras, as mimosas, vindas da Austrália. À direita, já com cores de Outono, as espanta-lobos, da China. Atrás do fotógrafo há uma mata (!) de eucaliptos, da Austrália também.
Apesar da grande profusão de mimosas, esta zona é, ainda assim, um local muito aprazível. Meta-se pelo circuito de manutenção acima, especialmente nesta altura do ano, e verá.

Reduzido?!

Fotografia tirada hoje às 8:15, no Parque da Floresta, Covilhã
Aparentemente, alguém se tem esquecido de manter actualizada a informação fornecida por este painel. Acontece.

(A bem dizer, também não é que faça assim muita, muita, diferença, pois não?)

terça-feira, novembro 06, 2007

De Carro Não

 
 
De carro não vamos com certeza ter o prazer de observar estas maravilhas da Natureza
Posted by Picasa

domingo, novembro 04, 2007

sexta-feira, novembro 02, 2007

Directamente do IPCC

Winter tourism in mountain regions is anticipated to face reduced snow cover.

(Página 544 do 4º relatório do IPCC, capítulo 12 [Europa], disponível aqui.)

O que vale é que a gente não está bem, bem, na Europa. Acho que aqui no Turistrelistão não teremos problemas, desde que haja um forte investimento do estado. Se levarmos por diante os grandes projectos âncora previstos, como as telecabines, a ampliação da estância de esqui, a "revolução" nas Penhas da Saúde, a gente vai lá.

Assim continuemos no rumo certo, assim continuemos de parabéns!

domingo, outubro 28, 2007

Ça ira!

No sábado à tarde, fui para a encosta sob os Poios Brancos semear bolotas, a cerca de 1500m de altitude. Deitei na terra três quilogramas, ou seja, qualquer coisa como trezentas bolotas (mais para mais do que isso do que para menos). Quando regressava ao carro, resolvi dar uma volta mais abaixo, para os lados da Lagoa Seca, ali perto. Qual não foi o meu espanto quando dei no chão com dezenas de carvalhos bebé como o que mostro na figura!

Parece-me que se trata de árvores semeadas no ano passado (não sei se em esforços enquadrados pelo programa Um milhão de carvalhos para a Serra da Estrela). No próximo Outono, veremos os resultados do que fizermos neste!

sexta-feira, outubro 26, 2007

Liberdade e responsabilidade?

O Pico, fotografado por Emmanuel Arand (imagem encontrada pelo Google)
Li no Público de ontem que
Os turistas que queiram escalar a montanha do Pico, o ponto mais alto de Portugal (2351 metros), localizado no arquipélago dos Açores, vão ser obrigados a utilizar uma pulseira de geolocalização, por motivos de segurança.

Mais do que as belas paisagens, mais do que a necessidade de aplacar qualquer vício de adrenalina, mais do que a satisfação de atingir objectivos que acreditava não estarem ao meu alcance, mais do que a tentativa de incorporar em mim a imagem cool do velho alpinista ou a do miúdo radical, aquilo que realmente me atrai no montanhismo (em todas as suas vertentes, desde a escalada ao esqui de randonné) é a possibilidade de ser verdadeiramente livre para decidir o que fazer e como fazer. Com essa liberdade vem uma grande responsabilidade, que não quero partilhar com ninguém que não esteja na aventura comigo, que não esteja preso na outra ponta da corda. Há a possibilidade de as coisas correrem mal? Claro. Às vezes as coisas podem correr mesmo muito mal. Às vezes tem-se a impressão de que se escapou por pouco. Mas são essas as regras do jogo, e são elas que tornam o jogo interessante.

Dito isto, é óbvio que tenho para mim que, se me ocorrer algum azar (que, quase sempre, resultam de erros de apreciação ou, pura e simplesmente, de disparates grosseiros), o único responsável sou eu. Claro que agradeço que me ajudem se chegarmos a tanto, mas não considero que isso seja obrigação de ninguém.

Os dirigentes da Secretaria Regional do Ambiente e do Mar, ao contrário, parecem achar são os responsáveis pela segurança de quem pretende subir até ao topo do Pico, porventura ainda mais do que os próprios. Por agora ficam-se com a exigência da pulseirinha, mas daí até regulamentarem (com os costumeiros requintes burocráticos, que com isto da segurança não se brinca) as condições em que alguém pode ser autorizado a tentar a ascenção, vai um passo muito pequenino. Não perceberam nada de nada, parece-me.

Algarvear a Serra da Estrela? Não, obrigado!